Peças às cores, de variados tamanhos e feitios. Peças de cheiros, de sons e de sabores. Memórias em peças e histórias aos pedaços. É assim, o puzzle da vida.

Wednesday, February 07, 2007

Parkour: (Quase) Nada é impossível

(Quase) Nada é impossível, (quase) nenhuma barreira é intransponível, (quase) nenhum obstáculo é inultrapassável...


Vejam um belo exemplo deste magnífico desporto chamado Parkour pelo Traceur Tigor em:

http://www.parkour-videos.com/tigor-in-paris-evry-and-lisses

Monday, January 08, 2007

Vila de Rei 2

Vi ontem (7/1/2007) no "Jornal Nacional" da TVI que nasceu o bébé do único casal brasileiro que ficou em Vila do Rei.

A sério?? O único casal brasileiro que ficou em Vila do Rei?? O quê?? Os outros foram embora?? Não me digam! Nunca pensaria tal coisa!!

Sinceramente não compreendo como é que certas pessoas não conseguem ver coisas tão evidentes. Aqueles que não sabem do que falo, vejam o meu anterior post "Vila de Rei":

http://puzzledavida.blogspot.com/2006/05/vila-de-rei.html


A notícia de ontem deixou-me curioso e decidi fazer uma pequena pesquisa na internet. Quem quiser saber mais sobre o assunto veja as seguintes notícias:

http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=220546&idselect=10&idCanal=10&p=200

http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?idCanal=0&id=218466

http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=750280

(OK, OK, não são jornais de referência... mas foi o melhor que encontrei na net.)

As notícias não referem para que locais se mudaram as famílias brasileiras, mas não deve ser completamente errado pensar que foram para uma cidade qualquer de Portugal - muito provavelmente, para Lisboa. No fundo, esta iniciativa de Vila de Rei deverá ter servido apenas para aumentar o número de famílias brasileiras a viverem em condições precárias numa cidade portuguesa. Ou seja, precisamente o contrário do pretendido.

Enfim... o meu comentário final é muito simples: Bastava ter dois dedos de testa!

(mais um aparte se me permitem... para que não fiquem a pensar mal de mim... eheh eu não costumo ver o "Jornal Nacional". Simplesmente, estava a fazer zapping, depois de todos os outros "Jornais da Noite" terem acabado. :-)

Friday, December 22, 2006

Cá como lá

Cá como lá, ou lá como cá. Em Brescia tal como em Coimbra, ou em Coimbra tal como em Brescia. Depende da perspectiva e de onde me encontro no momento.
Esta foto é de um campo de futebol (ou calcio; mais uma vez, depende da perspectiva e blá blá blá) no “campus” da Faculdade de Engenharia da Universidade de Brescia.
Cá como lá, ou lá como cá. Quem é que não se lembra dos jogos de fim de semana no campo do Magistério?

Wednesday, October 25, 2006

Um num milhão


"Os gémeos Layton (à dir.) e Kaydon Richardson, de Middlesbrough, em Inglaterra, são um caso raro. Devido a uma determinação genética raríssima, nasceram com cor de pele diferente, o que os especialistas consideram ser um caso num milhão.
Foto: EPA/NNP"
in www.publico.clix.pt , 25-10-2006 - 17:38
Incrível!!
Finalmente, as novelas TVI passam a fazer sentido!

Tuesday, October 10, 2006

MUITO IMPORTANTE

O planeta Terra está em saldo ecológico negativo desde 9 de Outubro:

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1272812&idCanal=96


The Ecological Footprint is a resource management tool that measures how much land and water area a human population requires to produce the resources it consumes and to absorb its wastes under prevailing technology.

Para saber mais:

http://www.footprintnetwork.org/index.php


Para calcular a sua "pegada ecológica":

http://ecofoot.org/


A não perder:

http://www.climatecrisis.net/


Indispensável saber:

http://www.ecocasa.org/index2.php

Monday, July 17, 2006

A vida por detrás dos cromos

Há alguns anos atrás, quando andava no jardim-escola, uma das actividades mais populares entre a miudagem era a troca de cromos. Não sei se os miúdos ainda se entretêm assim, mas da nossa geração quem é que nunca coleccionou e trocou cromos? E quem diz cromos diz calendários, caricas ou borrachas (estas últimas eram mais para as meninas, claro).
Na minha escola, no final do dia de aulas, íamos todos para o salão polivalente enquanto esperávamos que os nossos pais ou avós nos fossem buscar. Era nesse entretanto que tinham lugar as trocas. Expunham-se os cromos, faziam-se ofertas, contra-ofertas, aceitavam-se ou rejeitavam-se propostas e selavam-se acordos com um aperto de mão.
Todas as manhãs, também eu levava na mochila uns certos cromos para a troca. Embora não fosse dos que possuíam mais cromos, confesso que sempre achei que me dava bem nesse negócio. Isto porque com mais ou menos esforço (leia-se mais ou menos cromos) lá levava para casa aquele cromo favorito que pretendia.
O que é engraçado é que só há bem pouco tempo, já na fase adulta da minha vida, é que me apercebi como a abordagem à troca dos cromos está intimamente ligada à forma como cada um de nós vê a vida agora. Passo a explicar. Toda a gente sabe que há cromos que valem mais que outros - porque uns são grandes e outros pequenos, porque há uns mais bonitos que outros, ou mais difíceis de encontrar, etc. A ideia a reter é que os cromos possuíam valores diferentes e isso ditava a troca.
Ora, a minha abordagem era a seguinte. Por todas as razões acima enunciadas e, principalmente por aquela razão altamente subjectiva que é o gosto pessoal, eu lá valorizava uns cromos mais que outros. E estava disposto a oferecer alguns dos repetidos em troca daquele que queria. Aquele cromo que nunca mais trocaria.
Percebo agora as outras abordagens... as daqueles miúdos que não lhes interessava que cromos tinham mas sim o número de cromos que possuíam (a abordagem insensível "quanto mais melhor"), as daqueles miúdos que trocavam um cromo num dia, do qual se fartavam facilmente, e um ou dois dias depois já o estavam a oferecer em troca de outro (a abordagem egoísta do "prazer imediato"), etc.
O que é curioso é que me apercebi disto agora porque é assim que todos nós (já graúdos) continuamos a viver o dia-a-dia...

Monday, July 03, 2006

The best place

The best place in the world is where your friends are.